sexta-feira, 29 de maio de 2015

Consuelo, a engenheira que transita entre estradas, cultura e sociedade


O nome Maria Consuelo Bethônico Máximo (foto) foi durante muitos anos citado e respeitado nas páginas sociais e econômicas dos jornais de Belo Horizonte, por colunistas como Eduardo Couri, José Maurício, Mario Fontana e Anna Marina.

Engenheira Civil formada pela respeitada escola de Engenharia da UFMG, com diversos cursos de extensão e especialização, especialmente o de Engenharia Econômica da PUC Minas, e muitos trabalhos publicados e palestras, ela foi, durante vários mandatos, a presidente da tradicional Associação Amigas da Cultura, entidade que se destaca na sociedade mineira pelo apoio às artes, em todas suas manifestações.

Casada com o advogado Jacob Maximo um habitué das manhãs no Parque da Barragem, Consuelo mora há anos no São Bento. Mãe de três filhos, por enquanto tem apenas um neto, mas aguarda novos rebentos para mimar muito.


Aposentou-se como engenheira concursada do DER/MG, onde marcou sua atuação junto ao GEIPOT e à USAID. No DER, galgou todos os postos de chefia na Divisão de Conservação de Estradas. (Post Tetê Rios)

O advogado Jacob Máximo, a jornalista Tetê Rios e a engenheira Consuelo Bethônico Máximo 

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Rua Macau, trânsito chinês em plena Vila Paris

A rua Macau tem estado tomada de carros nas duas laterais, apesar de o lado direito ser proibido

Macau é uma cidade na costa da China que por 400 anos foi dominada pelos portugueses, primeiro entreposto comercial na Ásia e última colônia europeia no continente. Desde 1999 está de novo sob domínio chinês.

Macau, em Belo Horizonte, é uma rua de apenas um quarteirão, uma ladeira e uns 40 graus de inclinação, entrada para a Vila Paris, estreita, mão dupla e de uns tempos para cá inteiramente dominada pelos carros, estacionados dos dois lados, apesar de cinco placas de proibição do lado direito de quem sobe.

O trânsito, portanto, tem estado caótico nesta pequena possessão, com automóveis se encontrando no meio do caminho, alguns pequenos acidentes, muita discussão entre motoristas sobre quem tem preferência quando os carros se encontram no meio do caminho.


Isto sem falar nos constantes assaltos praticados por motoqueiros e ladrões que a utilizam como rota de fuga. 

Os moradores da área estão indignados com este abandono do poder público, que não multa os carros e não mantém presos aqueles que mesmo recolhidos em flagrante, retornam, cinicamente, para novos assaltos.

Na cara dura, motoristas estacionam em baixo da placa, sem receio de multas

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Escryma, a letal defesa filipina que é um ataque contra a violência urbana

Marcos Marangon, Túlio Araújo e Heverson Campos, a escryma filipina como defesa pessoal

Graduando em Engenharia de Minas, Heverson Campos é também praticante do Escryma, uma modalidade filipina de defesa pessoal que chegou a Minas pela Alemanha.

Junto do músico Marcos Marangon e do estudante de Engenharia de Controle de Automação Túlio Araújo, ele forma um grupo que chama a atenção no Parque da Barragem quando, com um tipo de cassetete na mão, inicia o treinamento.

Além do Parque, os três praticam o Escryma também na Academia BH Força, na Avenida Prudente de Morais.

Heverson, que descobriu esta modalidade de defesa pessoal há 12 anos, conta que não disputam campeonatos mas aprendem técnicas eficazes, que chegam a ser letais

Podem, por exemplo, usar uma simples caneta ou uma chave para neutralizar um ataque.

Por isto mesmo, os treinos são extremamente cuidadosos. “As técnicas são aplicadas ao nosso cotidiano de forma a evitamos conflitos e, se não conseguirmos, a resolvê-los”, explica o atleta.

O Escryma chegou ao Brasil há mais de dez anos através de mestres alemães. A cada três meses, eles vêm ao país para ministrar seminários. 

A meta de Everson é se tornar um professor desta arte marcial instigante e poderosa em tempos de violência urbana. (Post Tetê Rios)

terça-feira, 26 de maio de 2015

Marcelo AB registra o momento das ruas pelas câmeras da BHTRANS


Marcelo AB está com alguns quadros na mostra Art BH eu termina nesta terça-feira, dia 26, no Minascentro, e que reuniu 14 galerias de Minas Gerais e outras tantas do Rio e São Paulo.

Marcelo AB se formou em jornalismo na FAFICH da UFMG, na rua Carangola, mas nunca exerceu a profissão, preferindo a publicidade, o design.


Agora aposentado depois de 22 anos da Usiminas, faz trabalhos sobre os momentos de nossas ruas registrados pelas câmeras do BHTRANS. Ele fixa aquele momento na tela e depois pinta com pincel fininho, fininho.


segunda-feira, 25 de maio de 2015

O abraço de apoio dos mineiros ao futuro Museu Nacional de Ciências Forenses


Os moradores da Cidade Jardim e bairros circunvizinhos abraçaram simbolicamente neste domingo, dia 24, o prédio abandonado onde funcionava a Faculdade de Odontologia da UFMG e que agora será o Museu Nacional de Ciências Forenses, da Polícia Federal.

Centenas de belo-horizontinos compareceram à festa promovida pelas associações de amigos e moradores da área. O coral da Igreja de Santo Inácio de Loyola cantou o Hino Nacional, artistas grafitaram painéis em homenagem ao museu, a banda da guarda municipal alegrou o ambiente com inúmeras músicas, o prédio esteve aberto para visitação e autoridades prometeram o início das obras para muito breve.

O superintendente da PF, Sérgio Menezes, agradeceu a manifestação de carinho da população; o padre Fernando Lopes Gomes quer ver o museu pronto antes que ele saia da paróquia; a presidente da Comissão Internacional de Museus Brasil, Maria Ignês Mantovani, ressaltou a importância deste museu de tecnologia; e o secretário da Regional Centro Sul, Marcelo de Souza e Silva, representando o prefeito Marcio Lacerda, prometeu começar a limpar o prédio semana que vem.


Este abraço em apoio à instalação do Museu Nacional de Ciências Forenses ali na Cidade Jardim, ao lado do Museu Abílio Barreto, teve o apoio do jornalista Eustáquio Augusto dos Santos, editor do Blog Parque da Barragem e presidente da Associação dos Amigos do Parque da Barragem Santa Lúcia; Gegê Angelino, do Conselho da Paróquia de Santo Inácio de Loyola; e de Eduardo Calazans, presidente da Associação de Moradores da Cidade Jardim.

Maria Ignês Mantovani, Sérgio Menezes, agradecendo o apoio da comunidade, e Eduardo Calazans

As irmãs Angélicas de São Paulo abraçaram o prédio e gostaram da grafitagem dos aristas mineiros
O degradado interior do prédio da antiga Escola de Odontologia da UFMG
O advogado Hildebrando Pontes, ciclista, um dos maiores especialistas de Direito Autoral do país

No abraço de lançamento do Museu Nacional de Ciências Forenses, o que atraiu todas as atenções da meninada foi o robô do Grupo Antibombas da Polícia Federal.

A engenhoca, de fabricação americana, permite a atuação dos policiais sem a necessidade de se aproximarem do objeto suspeito.

O agente federal Eduardo Kraemer contou que uma equipe veio dos Estados Unidos para treinar os policiais brasileiros. Segundo ele, o robô já foi usado em treinos e também na prática.

Operado por controle remoto, o equipamento permite a adaptação de tesouras ou lâminas em seus “braços”, que funcionam como pinças, para cortar fios e outros que tais.

domingo, 24 de maio de 2015

Moradores indignados criam associação para Vila Paris e Coração de Jesus


A Associação de Moradores e Amigos dos Bairros Vila Paris e Coração de Jesus foi criada neste sábado, dia 23, em concorrida reunião de pessoas indignadas e revoltadas com os constantes assaltos, furtos, roubos, agressões e descaso do poder público para estes outrora pacatos bairros da zona sul de Belo Horizonte.

O primeiro presidente eleito é o consultor, empresário e jornalista José Aparecido Ribeiro (foto), ele mesmo vítima de dois assaltos, num dos quais ficou em poder dos bandidos por quase 4 horas, com armas apontadas para sua cabeça em constantes ameaças de morte.

Antes mesmo de criação da associação, os moradores já se mobilizaram, criaram uma rede de vizinhos protegidos de acordo com a política de ação preventiva da Polícia Militar, capitão Jackson, implantaram um grupo de whatsApp bem atento aos acontecimentos nos bairros, já estão aumentando a rede de câmeras pelos prédios e ruas da área, e fazem uso constante de comunicados ao número 190 da PM.


Os moradores estão denunciando e exigindo providências da polícia e do governador Fernando Pimentel para as gangues de roubo de bicicletas que atuam na rua Iraí, na área da igreja Mãe de Deus e Colégio Pitágoras. 

Os bandos trabalham sincronizados, com assobios combinados, sempre armados de facas e atacam quem quer que esteja de bicicleta, crianças ou adultos, em pleno dia, todos os dias.

O presidente José Aparecido Ribeiro tem programa sobre segurança na Rádio Autêntica, 106,7, e um blog sobre mobilidade urbana http://www.sosmobilidadeurbana.org/


sábado, 23 de maio de 2015

A boa vida dos poodles da fiscal de rendas


"Filhos...filhos. Melhor não tê-los. Mas se não os temos, Como sabê-lo?", cantava, no “Poema Enjoadinho”, o nosso “poetinha” Vinícius de Moraes. Pois João, de 17 anos, e Teodoro, de 11, são os filhos que dona Léa Duarte não teve.

Os dois poodles têm vida de rei. A comida é feita com três tipos de ração premium misturadas, com carne de músculo ou acém, cozida durante hora e meia. Depois de retirado o caldo de gordura, acrescente-se algumas cenouras e está pronto o menu.

Todas as manhãs, sem coleira, os dois acompanham o passeio de Léa pela pista do Parque. Os cães obedecem ao comando de parar antes de atravessar a rua, “olha o carro”, diz ela, o que fazem somente após a ordem da dona: “correndo, correndo”. As roupinhas é ele mesma quem faz, para se distrair.

Dona Léa tem ainda uma gatinha, Leandra, e se lembra com saudades de outro poodle, Negão, que viveu até os 22 anos de idade.

Aos 81 anos, a mineira de Caratinga mora há três no Bairro São Bento, depois de uma vida inteira na capital paulista. Fiscal de rendas aposentada, hoje se arrepende de ter ouvido os apelos da irmã, que mora no Bairro de Lourdes, deixando São Paulo.

Belo Horizonte é pouco para ela, que se acostumou aos ares da metrópole paulistana. A receita para viver bem? “Não se casar e não ter filhos”, responde, de pronto. “Filhos são um investimento alto de retorno duvidoso”, arremata. E acrescenta: “Um bom emprego também é essencial”.

Dona Léa escolheu o São Bento por conta do Parque, mas sente falta de bons locais para passear em BH. Por aqui, quando sai, vai imponente na sua SUV Tucson, com motorista.

Ah. E ela não permite ser fotografada, por segurança.(Post Tetê Rios)


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Yehuda Waisberg, o médico da boa visão


Yehuda Waisberg (foto), um dos mais renomados oftalmologistas de Belo Horizonte, com movimentada clínica na região dos hospitais, agora está compartilhando seu conhecimento em site na internet http://yw.med.br/.

O médico entrou em primeiro lugar na Faculdade de Medicina da UFMG, saiu em 2º lugar, com a respeitável média acadêmica de 9,04 em todas as matérias, tem doutorado, foi professor, implantou os serviços de ultrassonografia ocular e de visão subnormal do Hospital São Geraldo.

Seu site recém criado tem por objetivo divulgar informações sobre diversos problemas oculares, com ênfase em questões que possam motivar a busca de uma segunda opinião médica. 

Além de artigos, tem uma seção de curiosidades.
Como o Urutau, ave de hábitos noturnos encontrada no Brasil, que enxerga com os olhos fechados.


O urutau apresenta particularidade anatômica em suas pálpebras superiores que consiste em 2 ou 3 pregas, que fazem com que permaneçam duas pequenas aberturas mesmo quando as pálpebras estão totalmente fechadas. Além disso, estas aves podem abrir e fechar as pálpebras de cada olho separadamente.