quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A vida como ela é. Fernando Paz, da ribalta para o divã da psicanálise


Morador há anos em amplo e confortável apartamento no bairro Santa Lúcia, o jornalista, advogado, ex-produtor cultural e ex-marchand Fernando Paz só gosta de apreciar o movimento no Parque da Barragem de longe, das varandas da sala.

Bem que ele já se programou várias vezes para calçar um tênis, vestir um moleton e fazer uns bons exercícios no Parque, mas tudo ficou no desejo e na promessa. 

Há sempre um paciente para atender, um problema dos clientes para tentar solucionar.

É que Fernando, que já foi Secretário de Cultura de Minas; que, no teatro, lançou ninguém menos que o global José Mayer, na peça Calígula, e que, como marchand, proprietário de uma das primeiras galerias de arte da capital, fez história como procurador do famoso artista plástico Inimá de Paula, há quase duas décadas tornou-se psicólogo.

E na nova profissão, ele desenvolveu método exclusivo de trabalho, atendendo em casa, muitas vezes até altas horas da noite, ou viajando para outras capitais para consultar os clientes de fora.

Pragmático, ele insiste em que o homem moderno quer soluções, busca respostas ‘para ontem’, e é isto que oferece. 

“Os resultados são surpreendentes”, revela o profissional, do alto dos seus mais do que bem vividos 73 anos. (Post Tetê Rios)

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